Isadora Faber pode ser o começo de uma revolução no ensino público

Isadora Faber pode ser o começo de uma revolução no ensino público.

Valeu a publicação, Álvaro Borba (ABCuritiba).

Isadora Faber

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Será que estavam fantasiados?

festa-adolescentes-djs-imagensAh, meu Brasil. Como amo nossa cultura. É tão legal vermos a valorização do Mário e Luigi, bruxas, o mascarado do filme Pânico em uma festa à fantasia…
Opa, isso não é nosso. Não vi ninguém de Cuca, Saci… Ah, tinha Emília, pelo menos. Mas o que me impressionou mesmo na festa pode ser motivo para alguém me chamar de careta. A folia, que não era momesca, parecia uma versão cover de Spring Break (Cancún, México) ou de outras desse tipo espalhadas pelo mundo afora.
Aqui, crianças e adolescentes pilotando e empinando motos (que algum irresponsável deu a chave) e consumindo bebidas alcóolicas (que outro irresponsável vendeu). Algumas meninas com roupas que envergonhariam as mais fanáticas dançarinas de funk (nada contra o estilo). Continue Lendo “Será que estavam fantasiados?”

Direito: cada um com o seu! (Karina Pinto – publicitária)

direitoTexto publicado no dia 10 de agosto. Já consta do clipping.
Nas ruas da ditatura militar alimentada pela fúria dos grandes mestres das armas, o nem tão nobre Tio Sam e a poderosa mãe Rússia, homens e mulheres não podiam, não deviam se expressar. “Não é permito, vá pra casa, ou fique a assuma as consequências”, quase sempre, esse era o recado. Quase sempre, já que muitas vezes, nem recado havia.
Leia mais no blog da Karina.

Faxina eleitoral

politico-chargeEm carta publicada ontem, a publicitária Karina Pinto disse que aproveitou o “dito” horário eleitoral gratuito – que nada exibiu em Altamira – para dar uma geral em casa. A dica dela pode ser estendida para o dia de votação. Afinal, sem conhecermos os candidatos e suas mirabolantes propostas, nada melhor que varrer os que já estão no poder e nada fizeram. Entretanto, como saber em quem votar? Primeiro, dezenas de centenas de candidatos nem sabem o papel de um edil – não o Highlander da Curuzu. Basicamente, cabe ao vereador fiscalizar as ações da prefeitura e legislar, analisando e votando, aprovando ou rejeitando, projetos de lei apresentados pelos próprios parlamentares, pela Prefeitura ou pela sociedade civil. Continue Lendo “Faxina eleitoral”

Campanha censurada?

373595_252726048112573_1620107120_nEnquanto se fala em mensalão e outras “mamadas na teta” do dinheiro público, uma campanha veiculada na TV e na internet contra o câncer de mama me chamou a atenção. Intitulada “Eu amo meus peitos”, a Sociedade Brasileira de Mastologia reforça a importância da conscientização sobre a doença no país, onde são esperados mais de 50 mil novos casos por ano. A atitude é louvável. Toda mulher deve fazer a autopalpação e exames médicos, como a mamografia. Mas o destaque para este texto é outro. O comercial da campanha tem um quê de censura. Ou não? Os seios, alvo da ação, estão cobertos ou por tarjas ou pelas mãos das participantes. Tudo bem que pelo horário não se deve chamar a atenção dos onanistas de plantão. Mas cobri-los, por quê? As ativistas da Femen – e agora com participação de brasileiras também – se espalham pelo mundo mostrando os ditos. Uma escritora e ex-garota de programa também protesta desse jeito, criticando os piratas dos direitos autorais. Continue Lendo “Campanha censurada?”

Cego…

bandidoE nessa cegueira, ali está ele.
Cada vez mais inquieto, ele sabe que não adianta mais fugir.
Toda aquela ira que o incomoda há tempos deve ser extravasada. A qualquer preço.
Estaria disposto a pagar aquele valor?
Envolto naquela manta, com a máscara a cobrir-lhe a face, ele sabe que é a única coisa que pode ser feita e está disposto a tudo. Procura as vítimas. Encontra-os sob a luz daquele poste, à entrada daquela vila.
Um casal que acabara de saborear um jantar, mal sabe que pode ter sido o último.
E como a gota d’água procura escorrer por entre as frestas de telhados velhos, ele sinuosa-mente emerge da escuridão próxima. Ataca. Puxa à arma presa a cintura e mira a cabeça do rapaz. A mulher entra em prantos. Ela sabe que, se gritar, o companheiro morrerá. Continue Lendo “Cego…”

A lei e o “Você sabe com quem está falando?” (Karina Pinto – publicitária)

transitoAfinal, para quem foi criada a lei seca? Pergunto por que diante dos inúmeros vexames de personalidades, incluindo uma atriz paraense, nas blitz por todo o país, vejo que só quem não conhece ninguém e não tem seu nome gravado na calçada da “fama” é que precisa passar por esse “constrangimento”.
Mas será que é mesmo um constrangimento assumir que bebeu e pegou no volante? Aqui no Brasil, diferentemente de vários países ao redor do mundo, dirigir alcoolizado é proibido, pena ainda não ser crime inafiançável já que os números aterrorizantes de mortes no trânsito nas estradas brasileiras mostram bem o que a mistura bebida-direção-sono faz com famílias inteiras.
Assim que foi criada, a lei reduziu e muito o número de acidentes em que o álcool era o grande vilão. Mas bastou a blitz começar a incomodar quem não deveria, para a coisa mudar de figura. Agora, fazer o teste de dosagem alcóolica é constrangedor, ofende a pessoa humana. Mas e o corpo estendido no chão a espera do IML, isso não ofende? E os carros retorcidos com pessoas ainda dentro, isso não ofende? Até ofende, mas ofende quem não tem nome, quem não está na calçada da fama. Continue Lendo “A lei e o “Você sabe com quem está falando?” (Karina Pinto – publicitária)”