A tal poluição sonora

poluição sonoraEm quatro dias, muitas homenagens e festas. Na última sexta-feira (12), o Brasil celebrou N. Sra. Aparecida e o Dia das Crianças. No domingo (14), os paraenses se uniram em uma só massa na procissão do Círio de Nazaré, o Natal dos paraenses. Ontem (15), lembramos os professores e suas virtudes, apesar do descaso de muitos governantes com a classe. Entretanto, o motivo de citar as datas comemorativas é para cobrar outro assunto: poluição sonora. Como assim? Ora, a ideia que se tem é que tanta comemoração seja acompanhada de muito barulho. Mas não estou reclamando do coro de milhões de pessoas, dos efeitos sonoros de centenas de brinquedos ou das vozes que parabenizam os professores e esses, agradecem. A poluição sonora a qual me refiro é aquela dos sons automotivos.  É aquele que incomoda a vizinhança, estremece as vidraças e – pasmem – atrapalhou até a missa da noite na igreja central da cidade.  Continue Lendo “A tal poluição sonora”

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O sofá da Hebe

No dicionário, substantivo masculino que significa assento comprido, geralmente estofado e dotado de braços e encosto, para duas ou mais pessoas. Em casa, aquele que recebe o futuro genro ou nora; aquele onde, quem sabe, até um neto pode ser concebido. Pode ser chamado de cama auxiliar, para o homem que brigou com a mulher. No escritório, terror para estagiários(as) ou candidatos a um emprego. Na festa, o descanso para uma conversa ao pé do ouvido. Mas aquele sofá. Ah, aquele sofá nunca mais será o mesmo. Era um sofá que reunia famílias pelo Brasil. Um sofá que recebeu convidados do Brasil, do mundo. Um sofá que vai sentir falta dela. Assim também, os admiradores.