Máscaras? Por quê? (parte 2) (Denise Alves – pedagoga)

ImagemA barbárie voltou. Depois de quase cinco meses, vândalos destroem instalações dentro de um canteiro da usina Belo Monte. Ativistas, ambientalistas e índios invadiram em junho o sítio Belo Monte e promoveram quebra-quebra. Agora, mascarados vestidos de operários (ou é o inverso?) destroem instalações, queimam veículos e furtam objetos. Até quando? A frase que usei em junho foi “A violência destrói o que ela pretende defender a dignidade da vida, a liberdade do ser humano”. Insatisfeito com o trabalho? Procura outro. Tá difícil? Corre atrás, qualifique-se, aja. Mas agir com banditismo – tem outra palavra pra isso? -, para conseguir melhorias é como o ladrão que rouba porque tem filhos com fome. Não! Não justifica. O diálogo é sempre mais prudente e sábio. De novo, atos insanos, dessa vez, nada “espiritual”. Se impedir o crescimento energético e, consequentemente, econômico do país com a alegação que essas obram sobrepujam questões sociais, é o estopim para o vandalismo, o que dizer de um povo que aguarda a copa do mundo caso os estádios não fiquem prontos em tempo hábil? Apagão energético e esportivo!

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