#ForçaChape

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Fonte: Uol Esporte

Chuva com choro, choro na chuva.
Condá, com dor, não dá.
Dá, como o condor almeja o ar,
Mas com dor, não irá mais voar.
Viajar, já não dá.
Só lembrar da dor em Condá, não dá.
Dá vontade de chorar na chuva.
Cada um será sempre vencedor.
Mesmo na dor, o humor, o vigor e o esplendor prevalecerá.
Chapecó chora. Ora. Em Condá. Com dor. Com amor.
Amor acolhedor que historiador, com ardor, relatará. Sem choro. Oro.
Time de ouro. Chuva com choro.
#ForçaChape

Gotas de chuva caindo do céu
Jamais conseguiriam tirar o meu sofrimento
Desde que não estamos juntos
Rezo para que o tempo tempestuoso
Esconda estas lágrimas que espero que você nunca veja
(Trecho traduzido da música Crying In The Rain, A-Ha)

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Chocolate “quase” amargo

Willy Wonka morreu. Na verdade, o ator que o imortalizou (melhor que Johnny Deep), Gene Wilder, sofria e ninguém sabia, de Alzheimer.

Com um jeito de tio querido, Wilder encantou milhares de crianças, jovens e adultos no clássico A Fantástica Fábrica de Chocolates, em que o pequeno Charlie e outras quatro pequeninhos (nem tanto) vão conhecer a fábrica que dá nome ao livro.

“O que você ganha vendo muita TV? Uma dor de cabeça e um Q. I. de três anos. Por que você não tenta simplesmente ler um livro? E olhe só o que vai acontecer: Você não terá, você não terá, você não terá, você não terá, você não terá comerciais!”, é cantado pelos pequenos Woompa Loompas, ajudantes do excêntrico dono da fábrica.

Nada mais atual. Na tevê, no mesmo dia, o país inteiro presencia outro momento histórico (na verdade, poucas pessoas assistem).

O julgamento de uma presidente acusada de “pedaladas” fiscais e, depois de democraticamente eleita, sairá como o primeiro chefe do executivo federal a perder o cargo num processo de impeachment.

Discursos longos, frases de efeito, acusações de conspirata, palavras em defesa e, finalmente, o gran finale parece chegar. Dificilmente haverá um plot twist (reviravolta característica em roteiros cinematográficos ou não).

Por último, o famoso casal de apresentadores globais anunciou a separação depois de 26 anos de união. Em tempos em que a informação está célere, um tuíte foi o estopim para memes e comentários em praticamente todas as rodas de conversa.

Como dito pela primeira mulher no comando do Planalto em seu discurso no penúltimo capítulo desse seriado político da vida real, “se alguns rasgam o seu passado e negociam as benesses do presente, que respondam perante a sua consciência e perante a história pelos atos que praticam”.

De tantos sabores amargos vividos num dia 29 de agosto (cinema, política, televisão) para fãs, partidários e cinéfilos, só um me acalenta: a certeza que a fábrica de chocolates seria o local perfeito para reencontrar a amiga que se foi fisicamente.

Há 11 anos comemorou seu aniversário sem saber que o futuro lhe aguardava um desfecho muito rápido, mas o suficiente para fazer valer cada dia vivido ao lado de amigos e parentes.

Com a partida dela, a vida perdeu um pouco do doce aroma e sabor do chocolate.

O resto é história. E fofoca. Ou alguém tem um bilhete dourado por aí?

De volta pro aconchego

DSCF9802 copiar.jpgAh, que saudades sentia da minha bela morena com aroma de manga, tucupi e açaí. Do beijo doce de cupuaçu, do tremor do jambu e do calor que nos abraçava antes da chuva refrescante.
Como sentia falta das conversas com ela sob os túneis feitos por imponentes mangueiras centenárias e dos amigos da infância.
aventura.jpgÀs vezes, atravessava 800 quilômetros para estar perto dela, enfrentando areia, lama, poeira, sol, chuva, atoleiros, boiadas, pontes caídas, balsas improvisadas e outros tipos de intempéries.
A deixei há quase uma década, depois de ter conhecido outras pessoas, me tornado pai e ter feito parte de uma grande obra e, agora, trabalhar numa empresa bicentenária.
São nove anos de caso com uma linda princesinha que vive às margens do Rio Xingu.
DSCF9873.jpgAté conheci outra, linda, às margens do Atlântico, no local em que o sol nasce primeiro em toda a América.
Só não houve oportunidade de ficarmos juntos. Por enquanto.
Agora, uma parte de mim vai ficar para trás. Também momentaneamente.
Estou de volta. Estarei a cada dia buscando qualificação e crescimento profissional. Sei que dará tudo certo.
Quem disse que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar? A expressão, clichê, serviu para mim.
Depois de desistir do chamado dela há menos de oito meses, não resisti e fui atrás. Ela me aceitou de novo.
Sim, estou de volta.

Dia das Mães (II)

maternidadeMother, madre, mutter, الأم, mère, אמא, moeder, 母, mater, мать, mor. Reia, na mitologia grega e Cibele, na romana. Virgem Maria, para os cristãos. Não importa o idioma ou história, essa é a mesma mulher que adota, carrega, carregou ou criou um ou mais filhos.
A data celebrada no segundo domingo de maio no Brasil, parece ter ficado mais interessante que o próprio Natal. Isso para o empresariado que vê, na comemoração, aumento significativo nas vendas.
Há mães de todos os tipos: a que adotou, a que criou, a mãe-avó (essa é a melhor), a que cuida sem ser mãe.
Os filhos, só são filhos, por causa delas. E elas só são mães por causa deles. É óbvio, mas cabe uma reflexão: somos mais filhos por tê-las ou elas são mais mães por ter-nos? Os filhos, esses, parecem querer muito mais o bem da mãe nesse dia que nos demais 364 do ano. Ou é impressão?
Quantas vezes durante o dia você pensa nela?
No final da tarde, você já se encontrou ligando para ela só para saber como foi seu dia?
Quando ela chega em casa, agradece a Deus por tê-la protegido?
Quando ela sai para o trabalho, pede a benção para o seu dia de trabalho?
Quando ela esquece alguma coisa, você se aborrece por ter que lembrá-la mais uma vez?
Quando você esquece algo, ela te aborrece por ter que lembrá-lo?
Quando, ao dormir, você diz “boa noite”, lembra dela te acalentando ou dando de mamar?
Quando, ao acordar, você diz “bom dia”, sabe que você foi o melhor que aconteceu para ela?
Isso se você pede benção, se diz “bom dia” ou “boa noite”.
Uma ligação sua, se ela mora longe, te coloca no colo dela. Uma ligação dela, se você não teve tempo, te faz bem?
Uma amiga diz que mãe é que nem CPF. Só podemos ter uma.
Mas existe, como disse antes, a avó, mãe pela segunda vez. Tem a madrinha e a comadre, mãe no batismo para os afilhados pelo fato de ser amiga da mãe.
Se olharmos a primeira linha do texto, quase todas tem a sílaba inicial com som de “ma”. Daí viriam “mamar” ou “mama”? Falar em mama, lembrei da ama-de-leite, mãe na alimentação.
Tantas mães e tantos tontos que a ignoram, batem e, inclusive, matam. Covardes e fracos.
A vontade era homenagear a mãe de meus filhos pelos maiores presentes que me deram. Era uma homenagem também a minha mãe, que está longe.
Era para lembrar de minhas tias e comadres, longe também. Relembrar minha avó, que deu o apelido para o primeiro neto e, felizmente, conheceu meu filho, seu primeiro bisneto. Lembrar da culinária, dos puxões de orelhas.
Ah, mães, madres, mothers, mères… Não existe motivo maior ou presente que supere o que vocês nos deram. A oportunidade de chamá-las assim: meu amor. Verdadeiro e incondicional.
Com acertos e erros.
As ideias e as palavras fugiram, mas as recordações estão escondidas e trancadas eternamente em meu coração. Feliz dia das mães.

Dia das Mães (I)

lagrima1Um menino que sumiu sem deixar vestígios. Uma menina que morreu sem deixar culpados. Uma jovem que amou sem saber que ele seria a desculpa. Uma mulher que foi confundida sem chance de defesa. Em comum, além da violência na região, a figura materna que foi destroçada.
Em uma data mais comercial do que nunca, o Dia das Mães não será o mesmo para aquelas que perderam seus filhos, não só aqui, mas em todos os cantos.
Essa não é a ordem natural das coisas. Uma mãe (ou pai) não é quem deve enterrar suas crias e sim o contrário.
Enquanto isso, em um país vizinho, criança de 11 anos, vítima de estupro, não quer interromper a gravidez e gera polêmica. Lá, o aborto tem particularidades para ser autorizado. Aqui, não.
Mesmo assim, várias são as manchetes de casos em que pessoas do sexo feminino – me recuso a chamá-las de mulheres ou mães -, que optam por essa escolha ou, pior ainda, são coniventes ou assassinam aqueles que carregaram por 36 semanas.
Existem aquelas que, por outro lado, largam em sacos de lixo ou no meio da rua aquela criaturinha minúscula e tão desprotegida. Também podemos citar outras que, por dinheiro ou outro fator, sequestram bebês na maternidade.
De qualquer forma, atitudes condenáveis, pois esse não é amor de mãe.
Do parto ao primeiro dente que leva aos primeiros passos que segue às primeiras palavras que, de repente, sai de casa. É muito rápida a transformação. Tão rápido quanto nove meses que se passam carregando uma vida, dois corações que batem descompassadamente.
Como deve ser incrível ver o rosto do filho pela primeira vez e, depois de tantos enjoos, sentir o sal da lágrima que teima em cair ao ouvir aquele chorinho. Para nós, homens, a emoção com certeza é diferente, mas não inferior (bem, para quase todos os pais).
Amor de mãe é aquele que te faz acordar de madrugada, trocar a fralda suja, dar o leite, preparar o leite, levar à escola, aconselhar, proteger, brigar. É rir e chorar com a mesma intensidade.
Mais um dia das mães. Quando afirmei que o segundo domingo de maio é uma data mais comercial que as outras, é fato.
Dia das mães é todo dia.
Às mães que não terão motivos para comemorar por causa da dor da perda, lembrem que essa dor é que mantém os filhos vivos para sempre dentro dos corações e que dá coragem para continuar buscando justiça. Lembrem que essa dor só existe pelo amor aos filhos e que, com certeza, um dia terão a oportunidade de abraçá-los uma vez mais.

Filha eu entendo a sua dor | pois um filho um dia eu também perdi | lembranças de amor | é por ele que posso afirmar | que a vida minha filha, não termina aqui |||
Senhor muito obrigado, eu sei que estás comigo, | sarando minhas
Feridas, me dando novas forças | pra suportar o peso de tanta dor que
Atinge o meu peito |
Saudade dói demais, mas agora sinto paz | tenho
Forças, já consigo suportar | mas o peito ainda dói, falta um pedaço de
Mim | mas meu Deus está comigo a me ajudar | meu socorro bem presente é
Meu Deus, eu sigo em frente | sei que posso confiar e descansar | sei
Que Deus sabe o que faz, ele tem sempre o melhor | me consola
Link: http://www.vagalume.com.br/cristina-mel/lagrimas-de-mae.html#ixzz3ZgXW6V1q

Pais e filhos… (I)

Em Altamira, diferentemente de Belém (ou do que me lembro), se tem o costume de realizar a formatura do Ensino Médio em escolas particulares. Sempre achei que fosse obrigação do aluno concluir, mas vou deixar isso para outro momento.
Fui para a do meu filho de 17 anos. Ao chegar à quadra do colégio, a decoração condizia com o ambiente de uma grande festa. O que eu não esperava era a cerimonialista me perguntar se eu não gostaria de representar os pais. Segundo ela, ninguém havia se colocado à disposição. Prontamente, aceitei. Só que precisava discursar e não havia pensado em nada. Procurei um lugar mais tranquilo e deixei várias frases que já havia lido juntarem-se com o que meu coração queria dizer naquele momento. Não recordo agora perfeitamente de tudo que falei, mas segue abaixo o que me recordo.

“Boa noite a todos. Primeiramente quero deixar claro que fui indicado a pouco para representar a nós, pais, mães e responsáveis por esses meninos e meninas.
Além da honra, espero não decepcioná-los e fazer valer a escolha pelo meu nome. Não vou me alongar, salvo engano, serão mais de 300 palavras.
Pra começar, vou usar um trecho bíblico bastante famoso: “filhos são herança do Senhor”.
Ser pai, mãe e, no meu caso aqui, ‘pãe’, é uma das dádivas divinas mais preciosas. E o próprio Deus nos deu exemplo de como educar aos filhos. Ele é justo, misericordioso e paciente, mas sabe agir com firmeza quando percebe que estamos desviando o caminho.
Agora vocês estão com as portas do mundo aí perto. E a educação foi a base de tudo. Ela é a propulsora de estarem aqui. Temos que agradecer ao colégio também.
Mas, que caminhos são esses? Vou falar sobre o futuro, porém, vou comentar um pouco do passado que sei que será relembrado por quase todos aqui.
Ao olhar os rostos dessas crianças – sim, nossas eternas crianças -, lembro-me das longas noites de choro e insônia, das fraldas cheias, do primeiro dente, do ‘papa’ ou ‘mama’ e por aí vai.
Lembro-me dos sonhos que tive ao imaginá-lo graduado como médico, engenheiro, professor, filósofo ou o que você quisesse ser.
Também lembro quando via meus pais como meus heróis e esperava que você me encarasse como seu herói. Pronto para encarar o mundo. Um mundo tão cheio de adversidades e atrativos que precisamos estar sempre de olho.
Agora vocês vivem em uma idade em que se preocupam com namoro, amizades, baladas, celular, namoro, provas, celular.
Daqui a pouco serão os trabalhos, responsabilidades, celular, a conclusão de um curso superior, traições, celular, desejos, decepções, celular.
Não importa a idade de cada um deles ou se já entraram na maioridade. Nossas casas, as casas dos pais sempre serão o porto seguro de vocês.
Dizem que nossos filhos não são nossos e que somente os preparamos para o mundo. Porém, nós, pais, estaremos sempre pertos, pois somos os únicos que os amam verdadeiramente. E é com esse amor incondicional que pedimos que vocês aproveitem esse momento único: a formatura de vocês e a presença das pessoas que os amam.
Parabéns para nós, pais, que sempre buscamos o melhor para nossos filhos.
Parabéns para vocês, formandos, que já buscam o melhor para vocês.
E me perdoem se fui prolixo.
Boa noite”.

Com algumas engasgadas e com um nó na garganta, me despedi do microfone e voltei a sentar no meu cantinho. Sozinho. Olhando meu filho se divertindo com os colegas de classe. Talvez uma das últimas vezes que estarão juntos. Ou não?
Aí, imaginei como o mundo pode estar aguardando por ele, entretanto, que o mundo saiba que sou eu que o guardo ontem, hoje e sempre. Perto ou longe, mas dentro do meu coração.

Mizaru Kikazaru Iwazaru

“Olha a banana; ovo e uva boa; mulher bonita não paga, mas também não leva”. Todas essas e muitas outras frases que todo mundo já ouviu ao frequentar uma feira deviam fazer parte da rotina do Luiz Silva, vereador. Em seu terceiro mandato legislativo, o vereador foi encontrado morto, envolto em mistério para a família.
Se na feira, uma verdadeira torre de Babel com tanta gente gritando e comprando e visitando ao mesmo tempo, as notícias se espalhavam rapidamente, não se é tão diferente nas transmissões radiofônicas.
Em Altamira, a segunda cidade no interior do Estado a ter uma transmissão televisiva, o rádio, até então, era a principal fonte de notícias para o município. Um dos principais nomes era o de João Matogrosso, que com o programa Na Beira da Mata, acordava centenas de pessoas com sua voz marcante e informações policiais, do pronto-socorro e outros assuntos. Morreu no local que mais amava ficar.
Aberta na década de 70, a Transamazônica (BR-230), atraiu muita gente de fora. Baianos, paranaenses e cearenses vieram tentar a vida na cidade que prometia ser o polo da região. Essa cidade, acolhedora, ajudou o empresário Raimundo Neto, dono de uma loja de confecções e bastante querido pelos familiares e amigos. Neto faleceu em acidente trágico de carro.
Na feira, não se ouvirá mais a voz do vereador. No rádio, não se terá mais o locutor. No comércio, não se verá mais o empreendedor.
homenagem1Três homens trabalhadores, três histórias dedicadas à cidade, três ausências sentidas, três dias seguidos.
Descansem em paz! Que Deus conforte os corações dos que ficam.

Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram. (Jó 42,5)
Que possamos ver mais do que já ouvimos bastante.

Dia dos namorados, na Copa.

ImagemLembro de como foi a primeira vez.
Entrei no campo meio desconfiado, afinal, não sabia como agir diante daquela situação.
De um lado, marcação cerrada. Do outro, uma “avenida” pela frente.
Firme e forte, insisti.
Sofri algumas faltas, ultrapassei obstáculos e, finalmente, consegui marcar o primeiro gol.
Infelizmente, estava impedido e, inclusive, acabei sendo expulso.
Achei que nunca mais marcaria novamente.
Depois de tanto tempo sendo esculachado pela imprensa especializada, passando por diversos outros locais, mas nunca fixando espaço, quis o destino me dar uma nova chance, após 11 anos. Era a chance de redenção.
Entrei no campo de novo. Olhei para todos os lados e senti que, desta vez, seria diferente.
Começou a partida. Tudo corria bem, até o juiz ver uma falta mais grave, só que não cometida. Cartão amarelo e quase que ia para o vestiário mais cedo do que eu podia imaginar.
Só eu sabia que não havia falta e, mesmo assim, a torcida ficou meio desconfiada.
Entretanto, a bola voltou a rolar. Num lance simples, consegui marcar de novo. Mas antes da bola entrar, ela furou. Fiquei triste como todo torcedor ficaria. Não valeu o lance. Placar final? 0 x 0.
Não acreditava que faria mais um gol, depois de tudo que passei, mas como disse antes, o destino me deu uma nova chance.
Numa partida amistosa, descompromissada, finalmente mais um gol. O terceiro de minha carreira. Tão bonito quanto o anterior e diferente do primeiro, mas não menos belo.
Obrigado, meu amor.
Feliz dia dos namorados. Na copa.

Conexões: de militar empresário ao bar sofisticado

MILITAR ALEMÃO

vonzepellinFerdinand Adolf Heinrich August Graf von Zeppelin foi um nobre e militar, general alemão, fundador da companhia dirigível Zeppelin.
O Zeppelin, é um tipo de aeronave rígida, mais especificamente um dirigível. Depois do grande sucesso do projeto do Zeppelin, a palavra zeppelin passou a ser usada para designar todos os dirigíveis rígidos.

PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

Graf-Zeppelin-draws-a-crowdDurante a Primeira Guerra Mundial os militares alemães fizeram uso extensivo dos Zeppelin como bombardeiros e para observação, matando mais de 500 pessoas em bombardeios na Grã-Bretanha.

PAI DO SANDUÍCHE

montagu_550Foi na Grã-Bretanha que nasceu John Montagu (1718-1792), que viajou pelo mundo inteiro e ostentou diversos títulos importantes, como o de Primeiro Lord do Almirantado da Marinha Real Britânica e o de Secretário de Estado. A Montagu é atribuída a invenção do sanduíche.

DO LANCHE À GUERRA

fa_487_pearlharbor42_9708Montagu foi o 4º Conde de Sandwich (agora Havaí), atacada em Pearl Harbor, durante a 2º Guerra Mundial, pelo Japão.

HERÓI VIRTUAL

Marthdlc_imgLá do outro lado do mundo, foi lançado o jogo Fire Emblem, que tinha como protagonista o personagem Marth, mesmo nome do empreendedor dono de um estabelecimento temático e agradável, em Altamira, onde você pode comer sanduíches deliciosos, como o Led Zeppelin.

INFLUÊNCIA NO HEAVY METAL

classic-led-zeppelin-wallpaper-with-jimmy-page-in-frontFormada em Londres, em 1968, com o seu som pesado de guitarra, e o som de blues rock de seus dois primeiros álbuns, a banda é frequentemente reconhecida como um dos progenitores do heavy metal. Um dos show da banda precisou ser interrompido em Nuremberg, quando um integrante teve um colapso em um palco.

DE MILITAR AO BAR

vonzepellinNuremberg fica na Alemanha, onde nasceu Ferdinand von Zeppelin, cujo sobrenome foi escolhido para um bar em Altamira, no sudoeste do Pará.

BAR ALTAMIRENSE

10390080_834234923271395_2347639986596572987_nÉ no Zeppelin que você encontra o melhor em atendimento na cidade, saboreia excelentes pratos da culinária de “Boteco” e curte só a nata da música brasileira e internacional.
Fotos e informações: Google, Wikipedia e Marth Uchôa
Texto: Edvaldo Leite (edeleite.wordpress.com)

Tragédia anunciada choca o Brasil

Imagem“Pai, posso sair?” perguntou o jovem ao Sr. Eduardo (nome fictício). “Não meu filho, fique em casa hoje”, respondeu o pai.
Esse pode ter sido um diálogo travado na noite deste sábado. Ou não, mas que em algum lugar do Brasil, em algum dia, já foi ouvido. Ninguém sabe o futuro ou espera o pior. Lembro que sempre me disseram que a ordem natural da vida é o filho enterrar os pais, não o contrário.
A morte de crianças por causa de um covarde nos EUA, recentemente, trouxe à tona, novamente, a discussão sobre o uso de armas em território americano. Estavam todas estudando, brincando. Ontem, em um dia que será lembrado por décadas e décadas não só no Rio Grande do Sul, mas em todo o Brasil, jovens estavam brincando na cidade em que escolheram estudar. Continue Lendo “Tragédia anunciada choca o Brasil”